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Antonella, Breno e a Viagem pelos Mil Jogos Retrô

pichella

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Antonella, Breno e a Viagem pelos Mil Jogos Retrô

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Foi numa tarde tranquila que papai chegou com duas caixas brilhantes. Antonella, uma menina de cinco anos com cabelo castanho cacheado que dançava a cada risada, pele clara e olhos castanhos curiosos, correu até ele em pequenas passadas, segurando a mão de Breno, uma mulher de 34 anos com pele morena clara, cabelos castanhos cacheados e olhos castanhos. “Olhem só o que eu trouxe!”, disse papai, abrindo as caixas para revelar dois mini consoles portáteis, cada um cheio de milhares de jogos retrôs. “Vamos brincar juntos e descobrir mil histórias?”, perguntou ele. Antonella deu um pulo. “Quero brincar agora!” disse ela. Breno sorriu: “Vai ser como viajar pelo nosso quintal, sem sair da sala.”

Quando abriram as caixas, as telas coloridas acenderam como janelas para outras terras. Os botões eram grandes, vermelhos, azuis, amarelos e verdes, parecendo balões de festa. Antonella pegou o seu console com delicadeza e o mundo de pixels pareceu ganhar vida ao redor dela. Breno ajustou o segundo console para caber na palma da mão e sussurrou: “Cada jogo é uma porta; a gente escolhe uma porta e entra em uma nova história.” Papai sorriu e acrescentou: “E hoje vamos atravessar muitas portas, sem sair da nossa sala.”

De repente, a sala ganhou cheiro de pipoca e brilho de confeitos enquanto o Bosque dos Botões surgia diante deles, um mundo feito de pixels macios, folhas em formato de botões e rios de luz. Toquinho, o cachorrinho fofinho do quintal, apareceu abanando o rabo, como que dizendo ‘eu também quero brincar!’ Antonella gargalhou: “Oi, Toquinho! Você pode nos acompanhar?” Breno acariciou a cabeça do cãozinho: “A gente vai precisar de um amigo de quatro patas por aqui.”

Logo surgiu Luma, uma fada de brilho suave que flutuava entre ícones com uma lanterna de neon. “Bem-vindos ao Bosque dos Botões”, disse Luma, piscando. “Eu sou Luma, a guia das jornadas pixeladas. Para voltarem para casa, precisam coletar três Estrelas de Amizade. Cada estrela está escondida em uma parte diferente do bosque e só brilha quando vocês trabalham juntos.”

Eles seguiram adiante com Toquinho correndo na frente e Nina, a borboleta azul, apontando direções com seu brilho cintilante. Logo apareceram mais amigos do bosque: Mico, um esquilo tagarela que carregava uma mochila de chips de jogos; Gigi, uma gatinha laranja que guardava pequenos tesouros entre blocos; e uma voz suave, que parecia vir de todos os cantos, lembrando que cada nova pista dependia da cooperação de todos. “Para achar a primeira estrela, precisamos resolver o enigma do rio de blocos”, disse Nina. “Vamos nisso!”, mostrou Antonella com entusiasmo.

O grupo tentou várias estratégias, aprendendo a ouvir as ideias de cada um. Antonella propôs contas simples para alinhar os blocos; Breno guiou com paciência, apontando quais peças encaixavam onde; Toquinho agitava o rabo como um metronomo de alegria; Nina acenava com seus brilhos; Mico empunhava a mochila de chips como um ajudante engenhoso; Gigi imparava a guardar cada peça com cuidado. Papai, ainda no mundo real, observava com orgulho e repetia: “Isso é trabalhar em equipe.”

Conforme avançavam, chegaram a uma câmara de vidro onde reflexos brilhavam como perguntas simples de lógica. “Qual é o caminho certo?”, perguntou Gigi, olhando as imagens refletidas. Breno, tranquila, respondeu: “Vamos pensar juntos.” Antonella sentou-se, cruzou as pernas e disse: “Eu tenho uma ideia!” E assim cada um deu uma pista, até que a resposta apareceu como uma porta que se abriu. A Estrela de Amizade começou a brilhar, crescendo com o esforço de todos.

Depois de superar o segundo desafio, eles seguiram para a segunda estrela escondida na caverna dos blocos coloridos. A cada obstáculo, dividiram tarefas: Antonella decidiu qual botão pressionar, Breno conduzia o mapa, Toquinho mantinha o espírito leve, Nina indicava direções, Mico sugeria planos malucos que sempre funcionavam, e Gigi guardava lembranças dos progressos. Papai, no mundo real, continuava a sorrir, vendo uma turma tão unida aprendendo brincando.

Por fim, as três Estrelas de Amizade brilharam juntas, abrindo um portal luminoso de volta à sala real. O Bosque dissolveu-se em pixels que caíam como confetes ao redor. Antonella abraçou Breno com força. “Foi incrível!”, ela exclamou. Breno respondeu: “Hoje aprendemos que a melhor parte de brincar não é vencer, e sim brincar juntos.” Papai olhou para as duas e perguntou: “Que tal fazermos disso uma tradição de fim de semana?”

Ao voltarem ao mundo real, o riso ainda ecoava pela casa. A moral ficou clara: a brincadeira fica muito mais especial quando compartilhamos, quando ouvimos as ideias de cada um e quando usamos a tecnologia para criar histórias grandes, cheias de amizade e imaginação. Assim, Antonella, Breno e papai descobriram que o verdadeiro tesouro não são apenas os jogos, mas os momentos que passam juntos, com cuidado, respeito e muita alegria.