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Era uma manhã brilhante quando Antonella, uma menina de cinco anos com pele de tom monk5, cabelo castanho cacheado e olhos castanhos, acordou com o coração cheio de curiosidade. Hoje era dia da grande mudança, deixar o antigo quarto para trás e seguir para uma casa nova. Ao lado dela Breno, uma mulher de 34 anos com pele monk7, cabelo castanho encaracolado e olhos pretos, sorriu e disse que poderia transformar a mudança em uma grande aventura. Antonella agarrou a mão de Breno e pensou que embora sentisse um frio na barriga, seria uma nova história para brincar.
Caixa após caixa surgia na sala, cada uma com etiquetas coloridas como Desenhos, Brinquedos e Cantinho de leitura. Antonella tocou uma caixa e perguntou se iria se acostumar com tudo aquilo. Breno colocou a mão sobre a dela e explicou que, primeiro, eles organizariam e depois transformariam o quarto novo com carinho. Juntos recordaram memórias, colocaram à vista uma foto de Antonella abraçada com um amigo no quarto antigo e começaram a planejar o novo espaço.
Quando a campainha soou, Dona Rosa, a vizinha de idade gentil, apareceu com biscoitos de mel ainda quentes e desejou boas vindas. Do outro lado da rua, Luna, uma menina de seis anos, acenou com uma fita colorida na mão. Luna disse que viria ajudar a conhecer a rua, e Breno agradeceu pela acolhida. Antonella ficou animada ao pensar que faria novas amizades e que as brincadeiras poderiam continuar, mesmo em uma casa nova.
Os dias seguintes trouxeram mais descobertas. O quintal revelou uma porta de madeira escondida entre as roseiras. Antonella perguntou o que havia ali e Breno respondeu que iriam descobrir juntos. Eles encontraram um quartinho secreto que parecia ter sido feito para guardar sonhos: uma gaveta com cartas, fotos antigas e um desenho de castelo colorido.
Dentro da gaveta, Antonella encontrou uma carta dobrada, escrita à mão: para quem chegar a casa, que aquele lar se encha de risos, abraços e histórias novas. Antonella leu em voz alta e sentiu o peso suave da memória. Ela perguntou a Breno quem eram as pessoas da carta e a resposta trouxe conforto: podem ser as próprias lembranças que vão acompanhar ela no futuro. Juntas, decidiram manter as memórias da antiga casa e começar novas lembranças na casa nova, com o mural do quarto ganhando espaço para fotos dos amigos que ainda estavam longe.
Naquela primeira semana, Antonella e Luna pintaram juntas o quarto novo e escolheram cores quentes que davam sensação de abrigo. Dona Rosa ajudou a escolher um canto de leitura, com uma estante cheia de livros. Quando o mural ficou pronto, Antonella percebeu que a casa nova já não parecia estranha, pois o afeto de cada pessoa do bairro a fazia sentir alegria. Breno disse que espaços mudam, mas o amor cresce junto com as mudanças.
À noite, Antonella tentou dormir, mas o quarto ainda cheirava a tinta fresca. Ela acenou com esperança para a nova casa, como se fosse um amigo. Breno sentou-se ao lado da cama e prometeu que amanhã surgiriam novas histórias para contar. Assim, a casa nova deixou de ser apenas tijolos e janelas: tornou-se um lar onde antigas lembranças ganham espaço para novas risadas e onde novas amizades aparecem, iluminando o caminho com coragem.
Moral: mudar de casa pode ser assustador, mas também é uma porta para crescer. Mantemos as lembranças que nos ajudam a sorrir, abrimos espaço para novas amizades e descobrimos que o lar está onde o coração encontra conforto, amor e coragem para sonhar.